Como se constrói a saúde mental?

Tudo indica que se vislumbram tempos de mudança. Um novo paradigma ajudará a ultrapassar o desinvestimento e exclusão da saúde mental. Podemos começar por reconhecer o sofrimento do outro, evitando-se repetir o estigma com que a sociedade agrava a vulnerabilidade dos portadores de doença mental
Anjos ou demónios?

O risco de um psicopata ir parar a uma prisão é grande, mas a probabilidade de liderar negócios também. A falta de empatia ajuda-o a chegar a CEO e a liderança será destemida
Transtornos ou doença psiquiátrica, onde está a lesão?

Sabemos que a fronteira entre o “dito” normal e algumas perturbações é imprecisa e a transição entre os dois estados é normalmente gradativa. Na mesma linha de preocupações enquadra-se a noção da doença estar ou não ligada à existência de uma lesão. Esta é uma área em que é imperioso distinguir a doença e o sujeito. A identidade da pessoa não pode ser a sua doença
Ataque de pânico… Um “curto-circuito” cérebro–coração?

Começa a ser comum nas salas de urgências encontrar jovens adultos fisicamente saudáveis, mas que insistem que estão a morrer de ataque cardíaco. Na verdade, o ataque é de pânico, uma forma grave e extrema de ansiedade, com sintomas que podem ser incorretamente diagnosticados, mas que na verdade não apresentam um perigo real. A maioria recupera sem tratamento, os outros desenvolvem uma perturbação de pânico…
Psicopatas, qual a parte do cérebro que funciona mal?

O que têm em comum Hannibal, Anders Breivik, alguns personagens da série Guerra dos Tronos e outros tantos políticos mundiais? São psicopatas. E sim, o cérebro deles é diferente. Podem ser perigosos, são maus a tomar decisões e podem ocupar lugares de liderança