Como sobreviver às emoções?

Devem ser vistas como um mensageiro que nos alerta para o perigo ou para algo importante a compreender. Ajudam-nos a tomar decisões e as hipóteses de sobrevivência estão dependentes disso mesmo, desse sentir que nos move. Precisamos de saber lidar com toda esta informação sentida e quase invisível, as emoções Apesar de os investigadores estarem […]

Quando o comportamento é um problema?

Não há filhos (nem pais) perfeitos e é normal a criança ou adolescente fazer uma birra, desafiar o adulto ou ser mais argumentativo. Mas a frequência e a intensidade desse comportamento pode passar a ser um problema…

Vamos cuidar das nossas emoções

O primeiro passo para lidarmos adequadamente com as nossas emoções (e também com as dos outros) é, simplesmente, darmos conta delas. Desafiemo-nos, então, a criar e conhecer a nossa mala pessoal e intransmissível de primeiros socorros emocionais

Espelho meu, espelho meu… Há alguém que não seja imperfeito como eu?

O que talvez nos esteja a faltar a todos é uma pitada de aceitação desta coisa tão humana que é a imperfeição. E perceber que a verdadeira autoestima não reside só na capacidade de valorizarmos os nossos esforços e conquistas, mas também na capacidade de aceitarmos, com genuíno amor-próprio, as nossas derrotas, fracassos, ou tudo aquilo que nos falta. 

Pedir ajuda não é para fracos

Há momentos em que os nossos recursos internos não são suficientes ou já estão gastos de tanto os usarmos. A imagem não tem de ser imbatível e perfeita. Pedir ajuda está no nosso ADN, isolados não sobrevivemos

Na antecâmara da depressão… Ou será cansaço?

A fronteira não é precisa e a tristeza não pode ser vista como um sinal. A depressão é muito mais e implica sofrimento. O caminho pode começar pela ansiedade, desespero, frustração e desmoralização. Mas é a personalidade e a capacidade de adaptação que combatem este estado de espírito que precede a antecâmara da depressão

Quem devemos ouvir, a razão ou o coração?

Fazer escolhas implica uma tomada de decisão e é aqui que muitos nos aconselham a ouvir separadamente o coração e a razão. Nada mais errado. Vamos precisar de ouvir os dois

Para que serve a vergonha?

É uma realidade que só pode ser percebida no seio da relação com os outros. Surge na primeira infância e ajuda-nos a distinguir o certo do errado. É um auxílio na definição dos limites e acaba por orientar o nosso comportamento. Afinal, a vergonha é uma emoção perfeitamente normal.

O que quer um adolescente?

Falar de adolescência é falar de um processo de enorme complexidade e riqueza interior, que não se esgota pura e simplesmente na preparação para a vida adulta, é falar de um momento dinâmico e de crescimento interno. Embora ocorra entre a infância e a vida adulta, em termos cronológicos, a adolescência está repleta de características específicas e, durante este período, os indivíduos desempenham papéis sociais de grande responsabilidade.