Bolero de Ravel, um sinal de demência?

Hoje, admite-se que há sinais de doença nesta melodia e que as peculiaridades estruturais desta obra podem, afinal, espelhar uma demência implícita. O Bolero de Ravel passou a ser um instrumento de estudo

O poder da música

Há um poder escondido na música, seja para doentes com Parkinson, Alzheimer, com alterações genéticas ou em casos de lesão cerebral súbita, como um AVC. A ciência vai continuar a explicar esta evidência, já demonstrada por Ravel, quando compôs “Bolero” ou por Nietzsche, quando improvisava ao piano. Ambos tinham demência e afasia