Espelho meu, espelho meu… Há alguém que não seja imperfeito como eu?

O que talvez nos esteja a faltar a todos é uma pitada de aceitação desta coisa tão humana que é a imperfeição. E perceber que a verdadeira autoestima não reside só na capacidade de valorizarmos os nossos esforços e conquistas, mas também na capacidade de aceitarmos, com genuíno amor-próprio, as nossas derrotas, fracassos, ou tudo aquilo que nos falta.