Como dorme um adolescente?

Helena Estevão

Porque é que miúdo, quando era pequeno (e eu precisava de dormir mais um pouco) madrugava todos os dias e agora, que é adolescente, não há nada que o faça levantar da cama? E depois, durante todo o dia, parece que anda sempre cansado, irritado e com sono…

Quanto pesa a dor do outro?

A dor é um tema bem presente e que marca presença no dia-a-dia de quem está do outro lado da secretária de um consultório, porque o médico será sempre aquela boia de salvação do afogamento iminente.

É possível travar a miopia?

Pode ser definida como uma epidemia e por isso salta à vista a necessidade de encontrar formas de limitar a progressão da miopia. Óculos, lentes de contacto ou cirurgia refrativa não travam a progressão desta patologia, mas acabam por ajudar a “tratar”. Apontam-se estratégias. Há as que resultam, as que provavelmente nunca resultam, as que poderão resultar e o que realmente resulta: sair de casa

Exames de diagnóstico: nem sempre, nem nunca

Os exames complementares de diagnóstico são um instrumento fundamental no diagnóstico precoce da doença e na monitorização da terapêutica. Mas, será que estão a ser pedidos exames a mais, para além dos necessários?

Como lidar com a hipocondria?

É frequente ouvirmos, nos mais variados sítios, alguém dizer a outra pessoa que “és um hipocondríaco “. Embora nada de grave resulte desta utilização do termo, se quisermos ser rigorosos devemos utilizá-la só nas situações clínicas que se enquadram no conceito aceite na comunidade científica.

Onde começa a prevenção e acaba a cura?

Realmente a medicina preventiva não começou hoje. Começou há milhões de anos. Quando os primeiros humanos procuraram grutas e abrigos para se protegerem, quando construíram

Vacinas para que vos quero

Vamos deixar de questionar as vacinas? Pelo menos, enquanto nos lembrarmos dos efeitos que o cancro faz… Com a poliomielite foi isso que aconteceu.

Por onde vou?

Vou pelo caminho do vento que sopra, pensando no futuro que quero materializar em passado, para perceber por onde o vento passou e por onde eu andei.

Cautelas e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém

A informação torna-nos competentes e críticos. Fica mais fácil perceber quais as cautelas que fazem sentido e como a medicina curativa evoluiu para preventiva e caminha para predizer o que pode acontecer ao indivíduo X daqui a cinco ou 10 anos. Quem quer ficar à espera da doença?