
Olhares é uma revista trimestral construída pelo Centro Cirúrgico de Coimbra
com a intenção de oferecer informação sobre saúde.
Insistimos em ver diferente e por isso trazemos os nossos diversos “Olhares”.
É este o respeito que a vida nos merece.
Temos essa responsabilidade.
Pode pedir o acesso às edições anteriores enviando um email para: comunicacao@ccci.pt
A Nave de Pedra
A história e as lendas misturam-se e o cenário do alto do cabeço, com os seus gigantes de pedra, deixa qualquer um surpreso. Foram as rochas ou foi a gente que se moldou a Monsanto? Quem se lembraria de construir casas no cimo de um monte de pedras, com lajes a fazer de telhado e […]
COM UM PÉ NA AMÉRICA E OUTRO NA EUROPA — A ilha das Flores mil
À primeira vista parece uma contradição, mas foi o isolamento que salvou as Flores e se hoje ainda existe um lugar onde mora a natureza, ele fica ali, naquele pedaço de terra mais ocidental Esqueça tudo o que já viu e ouviu sobre paisagens naturais. Reúna todos os sentidos e solte-os assim que aterrar nas […]
Viagem ao país das bicicletas
É conhecida como Holanda, mas o nome oficial é Países Baixos. Um holandês escrever sobre a sua terra natal pode gerar desconfiança, mas, também assegura que aquele território tem muito mais do que tulipas ou laranjas mecânicas. Há inúmeras razões para visitar a terra que conquistou o mar Por ser um país maioritariamente plano, há […]
Há um poder curativo nas águas termais?
Dizem que sim e não é de agora. Gregos, romanos e egípcios tinham essa certeza. Hoje, além dos banhos ou vapores, junta-se o bem-estar, em forma de SPA. As propriedades curativas continuam por explicar, mas admitimos que será tão só uma questão de química É o enxofre, o magnésio, o sulfato, o iodo…, ou seja, […]
Vamos ver os “bâmbis”
É o maior dos mamíferos na natureza que vive em liberdade em Portugal. Pode medir 2 metros de comprimento e pesar mais de 170 quilos. Chama-se cervus elaphus ou veado. Mas para o imaginário infantil será sempre um “bambi”. Na Serra da Lousã vivem mais de 3 mil e até novembro é fácil encontrá-los a bramar
Arrábida, o poder da natureza em exibição
É uma área onde cabem 17 mil campos de futebol, terra de contrastes e território de aventureiros. As tulipas selvagens moram por ali, mas também a Águia Bonelli, a par com uma vegetação tipicamente mediterrânea e uma biodiversidade aquática protegida por uma reserva marinha. Visitámos a Arrábida
A vila que se agigantou
Praia típica já era e, num tempo em que não existia booking ou trivago, eram as nazarenas que saiam à rua com as suas placas de “quarto aluga-se”, escrito nas mais diversas línguas, porque os estrangeiros já por ali andavam. Antes deste turismo ainda envergonhado, era o peixe e o mar que davam o sustento. A praia do Norte haveria de provocar uma reviravolta e as ondas gigantes mudariam a história da vila. Sim, porque há um antes e um depois de Garrett McNamara
Para lá dos Montes
Há uma fronteira que não divide. Um povo de acima e um povo de abaixo. Um dialeto próprio. Um governo e leis. Tudo numa aldeia com poucas dezenas de habitantes. Fica para lá dos Montes, onde pode estar um “Reino Maravilhoso”, como escreveu Miguel Torga “… começa logo porque fica no cimo de Portugal, como os ninhos”
O que é que Belmonte tem?
Para uns é a terra dos Cabrais. Para outros a terra dos “marranos”. Mas também pode ser a vila que ousou fazer um Museu dos Descobrimentos, porque quis honrar a Descoberta do Novo Mundo, ou aquela que abriu o primeiro espaço em Portugal dedicado ao judaísmo. Note e isto é só o princípio de um extenso rol de pretextos para rumar à Beira Baixa e estacionar na vila de Belmonte, a mesma por onde também passam duas rotas dos Caminhos de Santiago
“Uau, o que é isto?!” É um Gabinete de Curiosidades
Entramos num espaço que não pertence à Ciência, mas que provoca e causa sensações. O Gabinete de Curiosidades da Universidade de Coimbra está meticulosamente desarrumado e dá lugar ao espanto
Aveiro, a cidade onde se quer voltar
Há o risco de nos perdemos nos roteiros que Aveiro tem. Não pela rota em si, mas pelos argumentos de querer ver tudo, sem deixar escapar nada. Aveiro, cidade ou região, deixam sempre um pretexto para querer voltar
A CAMINHO DA BERLENGA GRANDE – Território com ar selvagem
Não tem árvores e por isso as sombras são escassas. Não tem fontes de água doce, nem estradas ou carros. É por estas e por outras que mantém a classificação de Reserva Mundial da Biosfera. A Berlenga Grande é a única ilha com visitas programadas. Sugerimos uma visita a este território de área protegida, com ares de estado selvagem
Ainda há estrelas no céu
Há três regiões portuguesas que receberam a certificação internacional de destino starlight. Isto é, reúnem as condições excecionais para ver as estrelas no céu. Se lhe contássemos isto há 200 anos, ria-se. Hoje, vai querer saber onde ficam os lugares que quase não têm poluição luminosa, um novo “luxo” que encaixa no astroturismo
Seguimos a Rota das Faias
Não avistámos fadas ou príncipes montados a cavalo, mas sentimos-lhe a falta, porque ficavam bem na Rota das Faias. Fomos caminhantes e foi assim que percebemos como se reinventa cada Outono
Está na hora do banho… de floresta
Não custa experimentar. Se é adepto de caminhadas, apenas terá que mudar o percurso, o ritmo, a atenção e o objetivo. Se não é adepto de andar a pé, está na hora de começar a ser e, simultaneamente, aprender a tomar banhos de floresta
Por esse Passadiço acima (ou abaixo)
Bem sabemos que por estes meses, quase todos os caminhos vão dar ao litoral. Invertemos a tendência e deixamos ficar dois desafios. Por diferentes razões, Arouca e Viseu, são alternativas que vale a pena experimentar e conhecer. Num e noutro lugar, a engenharia deu largas à imaginação
Do alto do Marvão
O que ali se encontra não é deste século XXI, de todo. Há uma vila que se mantém com ar medieval, recheada de ruas bem sinuosas e estreitas, impróprias para os veículos atuais. Foram talhadas para outra gente, a mesma que nos agigantava aos olhos de Espanha. Marvão sempre foi a nossa guarda. Do alto do penedo, as janelas abrem horizontes alargados para uma paisagem sem fronteiras riscadas a lápis
Por esse rio acima
Bem sabemos que o mais comum é querer descer o rio. Não fomos em modas e decidimos subir. Não fomos longe, é certo. Parámos em Penacova. Os moinhos, a livraria e a geografia serrana justificaram a paragem.
COM UM PÉ NA AMÉRICA E OUTRO NA EUROPA
À primeira vista parece uma contradição, mas foi o isolamento que salvou as Flores e se hoje ainda existe um lugar onde mora a natureza, ele fica ali, naquele pedaço de terra mais ocidental
Na Casa de Cister
Nestes quase 900 anos, a história deixou cicatrizes na Real Abadia de Santa Maria, mas não lhe retirou as características gravadas em pedra. O Mosteiro de Alcobaça continua a ser um dos mais complexos monásticos medievais em melhor estado de conservação da Europa.


